11/09/2025 às 08:00
Em setembro de 2025, o Programa Escolas Conectadas completa um ano de ações no país. A iniciativa, criada em 2024, já conectou milhares de escolas públicas à internet de alta velocidade, expandindo o acesso digital para alunos e professores. Novas parcerias e investimentos em satélite e fibra óptica reforçam a inclusão tecnológica, embora desafios na infraestrutura escolar ainda precisem ser enfrentados.
Lançado em setembro de 2024, o Programa Escolas Conectadas atingiu marcos importantes neste primeiro ano. Seu objetivo é universalizar o acesso à internet de qualidade em 138 mil escolas públicas até 2026. Dezenas de milhares de instituições de ensino já passaram a contar com conexão de banda larga, impulsionando a educação digital em regiões remotas e urbanas do Brasil.
Somente em 2025, investimentos federais garantiram ampliações significativas. Em maio, um edital do Fust destinou até R$ 400 milhões para instalar internet e Wi-Fi em 5 mil novas escolas até 2026. Em julho, Telebras e EACE assinaram acordo para levar satélite a outras 4,1 mil escolas públicas, priorizando áreas sem infraestrutura terrestre.
Essas conexões permitem a introdução de plataformas virtuais e recursos multimídia em sala de aula, preparando alunos para a era digital. No entanto, especialistas alertam que capacitar professores e equipar escolas ainda é essencial. Ainda que o programa venha reduzindo desigualdades educacionais, muitos apontam a necessidade de reforçar a manutenção dos equipamentos e lidar com problemas locais, como falta de energia elétrica estável.
Expansão da conectividade e desafios
- Escolas conectadas – O governo federal mantém a meta de cobrir 138 mil escolas até 2026. Até agora, cerca de 73,1 mil já têm conexão ativa, o equivalente a 53% do total.
- Edital Fust – O Ministério das Comunicações lançou edital investindo até R$400 milhões para conectar 5 mil escolas adicionais com banda larga e redes Wi-Fi até 2026.
- Conexão via satélite – Parcerias como a assinada pela Telebras e pela EACE permitem levar internet via satélite a 4,1 mil escolas rurais sem infraestrutura, ampliando o acesso em regiões isoladas.
- Wi-Fi e energia – As escolas recém-conectadas recebem roteadores para cobrir todas as salas de aula. Para as unidades sem rede elétrica, o governo planeja levar energia ou mesmo gerar eletricidade localmente, garantindo o funcionamento dos equipamentos.
- Uso na educação – Professores relatam que a conectividade viabiliza aulas online, conteúdo educacional multimídia e interação com aplicações pedagógicas. Mas apontam que o sucesso depende de investir em formação docente e manutenção, conforme estudos de especialistas em educação.
Esses avanços tecnologicos fortalecem o aprendizado, porém não são isentos de problemas. Analistas recomendam atenção contínua à infraestrutura escolar e à formação de professores para que a conectividade se traduza em melhorias reais na sala de aula. O Programa Escolas Conectadas conta com a cooperação de estados, municípios e parceiros privados para enfrentar esses desafios.
No balanço do primeiro ano, já é possível observar que a inclusão digital nas escolas brasileiras avança e inspira outros investimentos em educação. O próximo passo é consolidar a rede existente e planejar expansões futuras de maneira sustentável, visando a preparação completa dos estudantes para o século XXI.
Perspectivas para a educação digital
O primeiro ano do programa evidenciou que é possível integrar tecnologia de ponta ao cotidiano escolar de forma ampla e rápida. Com internet nas aulas, alunos ganham acesso a informação ilimitada e ferramentas de aprendizado inovadoras. O Brasil dá os primeiros passos rumo a uma educação mais conectada, apoiada por políticas públicas consistentes.
Para transformar esses recursos em aprendizagem efetiva, é preciso avançar na infraestrutura física e na capacitação docente. Em áreas rurais, por exemplo, ainda é comum a falta de eletricidade estável. Além disso, professores precisam ser treinados para usar plataformas digitais em sua metodologia. Especialistas alertam que apenas conectar escolas não basta; é fundamental garantir que a tecnologia seja utilizada de forma eficaz.
Ainda que haja desafios, o saldo é positivo: milhares de estudantes já usufruíram das melhorias no primeiro ano. A continuidade do programa, com manutenção e novos investimentos, pode reduzir ainda mais as disparidades educacionais. Com foco em uso pedagógico da internet, o País dá um passo adiante na modernização do ensino.
Essas iniciativas também estimulam colaborações público-privadas e o desenvolvimento de conteúdos educacionais locais. Observadores destacam que o apoio conjunto de governo e setor privado fortalece o alcance das políticas públicas. Assim, crescem as expectativas de que a conectividade escolar vire regra e não exceção.
Em síntese, o aniversário de um ano das Escolas Conectadas é celebrado como conquista, mas também enfatiza que o trabalho continua. Cabe aos gestores educacionais e à sociedade manter o empenho para que, em breve, todo aluno brasileiro possa aprender em uma sala de aula verdadeiramente digital.
Fonte e Biografia
A matéria analisa o primeiro ano do Programa Escolas Conectadas, ressaltando conquistas e desafios na expansão da internet para escolas públicas brasileiras. O propósito é mostrar como a conectividade contribui para a inclusão digital, modernização do ensino e redução de desigualdades educacionais em diferentes regiões do país.
Data: 11 de setembro de 2025, às 08:00
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