Ecoturismo sustentável impacto e práticas no Brasil

JHONATA TORRES DOS REIS
Por -
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°Turismo Cultural

O ecoturismo no Brasil cresce com força: dados setoriais indicam que atividades de natureza respondem por fatia relevante do faturamento do turismo, impulsionadas por viagens sustentáveis e busca por experiências autênticas. Este artigo avalia benefícios econômicos e riscos ambientais, propondo práticas para conciliar conservação e desenvolvimento local.

Relatórios recentes apontam expansão das ofertas de ecoturismo em diversos estados, com destaque para rotas que combinam conservação e geração de renda. A tendência é reforçada por políticas públicas e certificações que valorizam práticas de baixo impacto e inclusão de comunidades tradicionais.

Os benefícios incluem diversificação de economia local, preservação de saberes e estímulo ao manejo sustentável. Porém, sem gestão, o aumento de visitantes pode provocar erosão de trilhas, pressão sobre fauna e infraestrutura insuficiente em unidades de conservação.

Boas práticas e governança

Plano de manejo, limites de visitação, capacitação de guias e rotas distribuídas são medidas essenciais. Parcerias público-privadas e participação comunitária aumentam a transparência e equidade nos benefícios.

A tecnologia (reservas online, monitoramento remoto) e certificações ambientais ajudam a controlar impactos e a promover destinos responsáveis.

Economia local e conservação

Quando planejado, o ecoturismo gera empregos, amplia renda e incentiva conservação. Programas de turismo de base comunitária distribuem benefícios e fortalecem identidade local. O desafio é garantir infraestrutura e governança sem sacrificar habitats sensíveis.

A adoção de limites de carga de visitantes e formação de guias locais reduz impactos e aumenta qualidade da experiência. Certificações verdes e rotas inteligentes ajudam a posicionar destinos no mercado internacional, atraindo visitantes conscientes.

https://www.gov.br/turismo/pt-br

Rumo a 2026

Espera-se que ecoturismo mantenha crescimento até 2026, com integração de tecnologia e certificação. A chave é investir em planejamento, limitação e participação local para garantir benefício compartilhado e conservação efetiva.

Governos e setores privados devem alinhar metas de sustentabilidade com políticas que protejam recursos naturais e promovam turismo de qualidade, assegurando legados positivos para comunidades e biodiversidade.

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