§Política
Dados do IBGE mostram que 88,0% dos brasileiros (10+) acessam a internet agenciadenoticias.ibge.gov.br , consolidando um ambiente propício para relações virtuais. Entretanto, há evidências de cansaço com encontros superficiais. Pesquisa da Statista aponta que 16,7 milhões usaram apps de namoro em 2024 infomoney.com.br . Especialistas observam que, pós-pandemia, muitos usuários buscam conexões com propósito e evitam relações "uberizadas" infomoney.com.br .
Carmita Abdo (Unicamp) aponta que contatos iniciados em aplicativos muitas vezes não se concretizam: “muitas das promessas ficam apenas na superfície” infomoney.com.br . Esse desgaste motiva a procura por encontros pautados em interesses e afinidades reais, e muitos usuários preferem interações que vão além da atração física.
Em contrapartida, novas iniciativas exploram formatos de encontro alternativos. Surgem aplicativos e eventos dedicados a encontros mais reflexivos. Profissionais de psicologia destacam que exigências emocionais – confiança e entendimento mútuo – tornaram-se mais relevantes no pós-pandemia, indicando mudança de valores na paquera digital.
Namoro digital e propósito
Ainda que as conexões digitais facilitem o primeiro contato, as estatísticas sugerem que o sucesso do namoro requer mais do que tecnologia. O período pós-pandêmico reforçou demandas afetivas: compaixão e propósito compartilhado pesam tanto quanto fatores práticos na decisão de continuar um relacionamento. Esse cenário redesenha as prioridades de quem flerta online, colocando o bem-estar emocional em evidência.
Essa movimentação começa a influenciar o mercado: plataformas de encontros adaptam algoritmos para indicar perfis com interesses alinhados. No plano institucional, projetos de saúde mental e educação afetiva ganham atenção para auxiliar na formação de vínculos saudáveis. Em suma, a paquera brasileira aparenta entrar numa fase em que tecnologia e sensibilidade devem caminhar juntas, refletindo em novas estratégias de cada ator envolvido.
Desafios na paquera digital
Ainda que as conexões digitais facilitem o primeiro contato, as estatísticas sugerem que o sucesso do namoro requer mais do que tecnologia. O período pós-pandêmico reforçou demandas afetivas: agora, compaixão e propósito compartilhado pesam tanto quanto fatores práticos na decisão de continuar uma relação. Esse cenário redesenha as prioridades de quem flerta online, colocando o bem-estar emocional em evidência.
- Prioridades afetivasUsuários dão preferência a conexões genuínas, valorizando interesses mútuos além de contatos casuais.
- Fadiga digitalUsuários relatam cansaço do modelo “balaio” de apps, criticando a superficialidade dos perfis descartáveis.
- Inovação socialGrupos e eventos off-line promovem laços com propósito, diversificando como se conhecem novos parceiros.
“Os dados revelam que nem toda conexão digital resulta em vínculo real: no fim, laços dependem de algo além dos cliques na tela.”
— Jhonata
Fonte: IBGE (TIC PNAD 2023); Statista (2024).
Novos rumos do afeto online
Especialistas do setor observam que o crescimento das ferramentas online não elimina a busca por contato presencial significativo. O contexto brasileiro indica que as demandas afetivas – como segurança emocional e conexão verdadeira – passam a condicionar a adesão às plataformas de paquera digital. Em resposta, tanto tecnologia quanto políticas de saúde mental devem se reorientar para valorizar relações mais sólidas e intencionais.
Em suma, as mudanças observadas nos apps de namoro sugerem que a próxima fase do mercado afetivo dependerá de combinar inovação tecnológica com sensibilidade social. O balanço final aponta para relacionamentos em que o propósito compartilhado e o bem-estar emocional estejam no centro, influenciando futuros desenvolvimentos na área.
Fonte e Biografia
Por: Jhonata Torres dos Reis
25/10/2025 às 08:00
Intuito e Propósito
Explicar como dados do IBGE e pesquisas recentes mostram que a ampla penetração da internet criou um mercado de paquera digital ao mesmo tempo em que gerou fadiga por encontros superficiais; descrever a transição pós-pandemia para buscas por conexões com propósito, os efeitos sobre apps e eventos off-line, e as implicações para usuários, plataformas e políticas públicas; e fornecer informação objetiva que subsidie decisões mais conscientes sobre saúde afetiva, design de algoritmos e iniciativas de apoio emocional.
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