°Política
A Carteira de Identidade Nacional (CIN) consolida um padrão único de identificação para todo o país, usando o CPF como número-base e oferecendo versões física e digital com QR Code e validação eletrônica. A mudança visa reduzir fraudes, unificar procedimentos estaduais e agilizar atendimentos, sempre com base em fluxos oficiais e validações por plataformas governamentais.
A implantação da CIN não é apenas troca visual do RG: envolve fluxo centralizado de emissão, integração com a base da Receita (CPF) e, em muitos estados, agendamento prévio para coleta biométrica e foto. Confirme sempre procedimentos locais no portal do seu estado antes de se deslocar — alguns postos exigem agendamento online e documentos específicos.
Depois de emitida a via física, o cidadão deve ativar a versão digital pelo app GOV.BR; a versão digital traz QR Code dinâmico que permite verificação de autenticidade por aplicativos oficiais (ex.: VIO do Serpro). Para segurança jurídica, priorize sempre a fonte primária: gov.br, institutos estaduais e comunicados do Serpro ou CNJ.
Como funciona a CIN
A Carteira de Identidade Nacional adota padrões técnicos definidos pela Identificação Civil Nacional (ICN) e pela legislação vigente (Lei nº 13.444/2017), padronizando elementos de segurança e o uso do CPF como identificador. A emissão respeita normas federais e orientações técnicas para biometria, interoperabilidade e proteção de dados, reduzindo inconsistências entre estados.
A validação em pontos de atendimento e por terceiros se dá tanto pela leitura do QR Code quanto por consultas às bases oficiais; o Serpro disponibiliza ferramentas (ex.: app VIO) que permitem a conferência rápida e segura do documento digital, o que facilita checagens em bancos e serviços privados. Para evitar boatos, sempre publique links arquivados das fontes consultadas.
Como solicitar e validar
Para solicitar a CIN confirme os documentos exigidos no portal do seu estado (certidão, CPF regularizado e comprovante de residência). A primeira via costuma ser gratuita; leve os originais para conferência, realize a coleta biométrica e guarde o comprovante de emissão. Após a entrega física, ative a versão digital pelo app GOV.BR e guarde o link arquivado da página consultada.
- Agendamento obrigatórioAntes de ir ao posto, verifique o agendamento online — muitos órgãos estaduais exigem horário marcado para evitar filas e garantir coleta biométrica adequada.
- Validação digitalUse o aplicativo VIO (Serpro) ou a ferramenta oficial de verificação do GOV.BR para consultar o QR Code e confirmar autenticidade em tempo real.
“Verifique sempre na fonte primária e mantenha o arquivamento.”
— Jhonata
https://www.gov.br/governodigital/pt-br/identidade/identificacao-do-cidadao-e-carteira-de-identidade-nacional
Riscos, checagens e prevenção de falsos positivos
Redação e publicação responsáveis exigem checagem em três níveis: (1) confirmação em portais oficiais (gov.br e institutos estaduais), (2) verificação técnica com notas do Serpro e comunicações do CNJ/TSE sobre o DNI e ICN, e (3) arquivamento imutável de imagens e vídeos usados como evidência. Sempre inclua a data da checagem e o link arquivado — isso cria trilha de auditoria que impede alterações posteriores em fontes citadas.
Para conteúdo multimídia, baixe os arquivos permitidos e hospede em seu CDN ou use a versão arquivada (web.archive.org/perma.cc). Registre o checksum (SHA-256) dos arquivos e insira esse metadado no registro editorial. Se um link externo falhar ou for alterado, o hash detectorá a mudança e a equipe editorial publica correção com timestamp e link da versão arquivada.
